Portugal é um dos principais produtores e exportadores mundiais de vinho. Mas exportar exige documentação específica para cada mercado de destino.
Documentação geral
Dentro da UE
- Documento MVV (Movimento Vitivinícola) ou e-MVV eletrónico.
- Fatura comercial.
- Documento de transporte.
Para exportação extra-UE
- Certificado de análise: emitido por laboratório acreditado.
- Certificado de origem: Câmara de Comércio.
- Certificado sanitário: autoridade de saúde competente.
- Fatura comercial e packing list.
- Documentos de transporte: conhecimento de embarque ou carta de porte.
Requisitos por mercado de destino
Estados Unidos (TTB)
- Certificate of Label Approval (COLA): cada rótulo tem de ser aprovado pelo TTB.
- Certificado de análise com parâmetros TTB.
- Importador com licença federal e estadual.
- Limite de SO₂: 350 mg/L.
China
- Certificado sanitário.
- Rotulagem em chinês obrigatória.
- Registo do exportador junto do GACC.
- Análise de contaminantes.
Canadá
- Monopólios provinciais (LCBO, SAQ) com concursos públicos.
- Certificações de sustentabilidade valorizadas.
- Rotulagem bilingue.
Japão
- Certificado sanitário específico.
- Limites de aditivos diferentes dos da UE.
- Informação nutricional no rótulo.
Rastreabilidade para exportação
Os importadores exigem cada vez mais documentação:
- Origem da casta (vinha, casta, DOC/DOCG).
- Processo de vinificação e envelhecimento.
- Análises de laboratório.
- Informação sobre os inputs utilizados.
Cepaos e a exportação
O Cepaos mantém a rastreabilidade completa:
- Dados do lote para certificados.
- Análises verificáveis face aos limites do mercado de destino.
- Fichas técnicas geráveis automaticamente.
- Documentação de rastreabilidade para importadores.
Exportar não tem de ser um projeto documental separado. É a continuação de uma rastreabilidade bem gerida.
> Cepaos: Se pretende experimentar o Cepaos como um dos membros fundadores, consulte os requisitos do programa.
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